Mês: Setembro 2025
TAP vai aumentar temporariamente a sua capacidade para Manaus e Belém
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TAP vai aumentar temporariamente a sua capacidade para Manaus e Belém
A TAP Air Portugal vai aumentar temporariamente a sua capacidade à partida de Lisboa para Belém e Manaus.
A companhia vai operar em equipamento Airbus A330-200 entre os dias 5 e 24 de novembro, em vez dos Airbus A321LR.
Apesar da alteração de equipamento os voos continuarão a ser operados três vezes por semema, mas com alteração da rota: os voos serão diretos para Manaus, depois seguem para Belém e posteriormente regressam a Lisboa.
A alteração proporcionará um aumento de capacidade através do número de lugares oferecidos. O A330-200 pode transportar até 269 passageiros (C25 Y244), enquanto os A321neo podem transportar até 171 passageiros (C16 Y155).
Atualmente, a TAP Air Portugal opera com três Airbus A330-200: CS-TON, CS-TOO e CS-TOP.
O International Airlines Group (IAG), dono da British Airways e da Iberia, reafirma o interesse na TAP e acompanha de perto o processo, aguardando a publicação em breve do caderno de encargos que inicia formalmente a privatização.
Em declarações enviadas à agência portuguesa de notícias ‘Lusa’ sobre a aprovação do caderno de encargos aprovado em Conselho de Ministros na passada quinta-feira, dia 4 de setembro, o grupo destacou que “saúda o concurso de privatização da TAP” e que irá “analisar e considerar cuidadosamente o documento assim que for publicado”.
A publicação do caderno de encargos definirá as condições técnicas, jurídicas e administrativas da venda, bem como os critérios de qualificação para a aquisição de até 49,9% do capital da companhia aérea.
O documento será o ponto de partida para as quatro etapas do processo: pré-qualificação (até 60 dias), apresentação de propostas não vinculativas (até 90 dias), propostas vinculativas (até 90 dias) e eventual negociação. O Governo prevê concluir todas as fases em cerca de um ano, embora sujeita a autorizações regulatórias.
A venda será feita de forma direta, com 5% do capital reservado aos trabalhadores, caso essa percentagem não seja subscrita, o futuro comprador terá direito de preferência.
Além da IAG, o interesse na reprivatização da TAP também foi manifestado pelos grupos Lufthansa e Air France-KLM, que aguardam igualmente a publicação do caderno de encargos para avaliar os próximos passos.
A operação inclui, além da TAP, empresas como a Portugália, a Unidade de Cuidados de Saúde TAP, a Cateringpor (51% detida pela TAP) e a SPdH, antiga Groundforce.
A TAP foi parcialmente privatizada em 2015, mas o processo foi revertido em 2016 pelo Governo de António Costa. Em 2020, no contexto da pandemia de covid-19, o Estado assumiu o controlo total da companhia, reforçando o seu papel estratégico no setor aéreo nacional
Air France-KLM reitera interesse na privatização e aguarda caderno de encargos
O Grupo Air France-KLM continua a acompanhar de perto o processo de privatização da TAP, estando a aguardar a publicação do caderno de encargos.
Questionada pela Lusa sobre o ponto de situação do processo e se o calendário da reprivatização é exequível, o grupo respondeu que "continua a acompanhar de perto o processo", e "toma nota da aprovação do caderno de encargos para esta operação", na passada sexta-feira.
"Nesta fase, o Grupo reitera, uma vez mais, o seu interesse no processo de privatização", afirmou a empresa.
A publicação do caderno de encargos em Diário da República, que ocorrerá em breve, definirá as condições técnicas, jurídicas e administrativas da venda, bem como os critérios de qualificação para a aquisição de até 49,9% do capital da companhia.
O processo será conduzido em quatro etapas: pré-qualificação (até 60 dias), propostas não vinculativas (até 90 dias), propostas vinculativas (até 90 dias) e eventual negociação. O Governo prevê concluir todas as fases em cerca de um ano, embora o calendário dependa de autorizações regulatórias.
O interesse na reprivatização tem sido igualmente manifestado pela Lufthansa e pela IAG --- dona da British Airways e da Iberia --- que aguardam também a publicação do caderno de encargos para avaliar os próximos passos.
A operação inclui, além da TAP, empresas como a Portugália, a Unidade de Cuidados de Saúde TAP, a Cateringpor (51% detida pela TAP) e a SPdH, antiga Groundforce.
A TAP já foi parcialmente privatizada em 2015, mas o processo foi revertido em 2016 pelo Governo de António Costa, que retomou metade do capital. Em 2020, no contexto da pandemia de covid-19, o Estado assumiu o controlo total da companhia.
