Categoria: Notícias PWA
EasyJet recebe proposta do fundo ‘Apollo’
Castlelake passa para segunda opção
A companhia aérea britânica Easyjet recebeu, nas últimas horas, uma nova oferta para a sua compra.
Esta nova oferta, 7,15 libras por ação, “oferece um resultado melhor para os acionistas da easyJet, proporcionando-lhes um valor em dinheiro superior à proposta da Castlelake, de 6,90 libras”.
Assim, a companhia aérea easyJet anunciou esta sexta-feira um “acordo de princípio” para aquisição pelo fundo americano Apollo, que avalia a empresa em 5.700 milhões de libras (6.700 milhões de euros), condições mais vantajosas do que as oferecidas pela Castlelake.
Esta nova oferta, 7,15 libras (8,38 euros) por ação, “oferece um resultado melhor para os acionistas da easyJet, proporcionando-lhes um valor em dinheiro superior à proposta da Castlelake, de 6,90 libras (8,08 euros) por ação”, sublinhou a companhia aérea britânica, acrescentando que já não está disposta a considerar a oferta anterior.
No início da semana, o fundo norte-americano Castlelake tinha chegado a um acordo preliminar para comprar a companhia aérea low-cost britânica, avaliada em cerca de 5.200 milhões de libras (cerca de 6.084 milhões de euros).
Esta era já a quinta oferta de aquisição apresentada pela Castlelake, depois de as anteriores terem sido rejeitadas pela easyJet, sendo que a empresa de investimento detém uma participação de 2,14% na companhia aérea através dos fundos que gere.
Mas próximas semanas, o processo terá de ficar fechado por uma das 2 propostas Americanas.
TAP retoma voos para a Venezuela
Companhia aérea doa transporte de mais de oito toneladas de material médico
A TAP Air Portugal vai retomar, no próximo dia 13 de julho, a sua ligação aérea à Venezuela, após a interrupção da operação motivada pelos recentes sismos que afetaram o país.
Nesta fase, os voos serão realizados para o Aeroporto Internacional Arturo Michelena, em Valencia, permitindo restabelecer gradualmente a ligação aérea entre Portugal e a Venezuela, enquanto decorrem os trabalhos necessários para o regresso à operação regular habitual.
No primeiro voo de retoma da operação, a TAP transportará também cerca de 8,7 toneladas de material médico destinado a apoio humanitário às populações afetadas. Este transporte é realizado em articulação com o Governo português e o Ministério da Saúde, sendo a coordenação da ajuda humanitária portuguesa assegurada pelo Instituto Camões.
A TAP associou-se a este esforço coletivo disponibilizando capacidade de transporte para o envio deste material essencial, contribuindo para a resposta de emergência em curso.
Por razões operacionais, os voos para Valencia efetuam uma escala técnica em Pointe-à-Pitre, em Guadalupe, onde permanecerão as tripulações. Não está prevista a permanência de aeronaves ou tripulações na Venezuela.
A Companhia continua a acompanhar a evolução da situação e está empenhada em retomar, com a maior brevidade possível e em condições de total segurança, a sua operação regular para a Venezuela.
Jul 9, 2026
Grupo Air France-KLM reforça interesse na TAP e admite analisar ativos da EasyJet
A Air France-KLM reforçou o interesse do grupo na privatização da TAP, defendendo que um dos três grandes grupos aéreos europeus ficará sem parceiro na Península Ibérica, e admitiu também a possibilidade de adquirir ativos da EasyJet.
“Existem três grupos europeus e dois hubs na Península Ibérica. Um deles vai ficar sem parceiro”, afirmou nesta sexta-feira, dia 12 de junho, o presidente executivo (CEO) do grupo franco-neerlandês, Benjamin Smith, durante o ‘Paris Air Forum’, organizado pelos Aeroportos de Paris (ADP) e pelo jornal económico francês ‘La Tribune’.
A Air France-KLM integra, juntamente com a alemã Lufthansa, o grupo de candidatos selecionados pelo Governo português para a privatização da TAP.
Segundo o responsável, a TAP dispõe, em Lisboa, de uma das duas principais plataformas de ligação aérea entre a Europa e a América Latina a partir da Península Ibérica, a par da plataforma de Madrid, controlada pela Iberia, companhia pertencente ao grupo IAG, que integra também a British Airways, a Vueling e outras transportadoras.
À margem da disputa pela TAP, o CEO revelou que a Air France-KLM poderá estar interessada em adquirir alguns ativos da companhia aérea britânica EasyJet, caso avance uma eventual compra da transportadora pelo fundo norte-americano Castlelake.
O responsável esclareceu, contudo, que o grupo não está envolvido em qualquer oferta pela EasyJet e sublinhou que a Castlelake ainda não formalizou qualquer proposta.
No final de maio, o fundo norte-americano anunciou que estava a avaliar “uma eventual oferta” pela companhia britânica, ressalvando que não existia qualquer garantia de que a operação viesse a concretizar-se, nem sobre o valor de uma eventual proposta.
Smith destacou também a relação da Air France-KLM com a Castlelake, classificando-a como “um excelente parceiro”, numa altura em que os dois grupos estão a concluir a operação que permitirá à transportadora franco-neerlandesa assumir o controlo da companhia aérea escandinava SAS.
Anunciada no Verão passado, a operação prevê o aumento da participação da Air France-KLM na SAS dos atuais 19,9% para 60,5%, através da aquisição da posição detida pelo fundo norte-americano, estando a conclusão prevista para o final do ano.
Questionado sobre informações avançadas pela imprensa relativas a uma eventual mudança de nome do grupo, Smith recusou confirmar a possibilidade de a Air France-KLM passar a designar-se “The Blue Group”.
“Isso não é verdade”, afirmou.
SNPVAC: chumbo da lei laboral é "vitória dos trabalhadores" e derrota para a ministra
O chumbo, no Parlamento, do pacote laboral proposto pelo Governo representa "uma vitória dos trabalhadores" e uma derrota para o Governo, "especialmente para a ministra do Trabalho".
O novo pacote laboral proposto pelo Governo "caiu com estrondo na Assembleia da República", o que representa "uma derrota para o Governo - e especialmente para a Ministra do Trabalho -, mas é sobretudo uma vitória dos trabalhadores que, unidos, mostraram um enorme cartão vermelho", afirmou este sábado, em comunicado, o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC).
Numa mensagem enviada aos seus associados esta sexta-feira, depois do chumbo da proposta no Parlamento, a direção do sindicato sublinha que esteve "na linha da frente na defesa dos seus associados e dos trabalhadores portugueses", recordando que aderiu às greves gerais de 11 de dezembro e de 3 de junho.
Por agora, o Código do Trabalho mantém-se. Mas o nosso estado de espírito é diferente. Mostrámos ao atual Governo que, se quiserem alterar leis que nos afetam no nosso dia-a-dia, temos de ser ouvidos e respeitados", refere, salientando que "vale a pena lutar até ao fim".
A proposta do Governo para rever a legislação laboral foi chumbada na sexta-feira, na generalidade, com os votos contra do Chega e da esquerda parlamentar, após o partido de André Ventura não ter alcançado um acordo com o PSD. Reuniu apenas os votos da coligação que suporta o Executivo no Parlamento e da Iniciativa Liberal. PAN, JPP, PS e demais partidos à esquerda votaram contra.
FUTURO AIRBUS A330NEO CS-TUT PARA A TAP AIR PORTUGAL VIRÁ COM PINTURA “RETRO”
A TAP Air Portugal vai receber dois novos aviões Airbus A330neo, que irão reforçar a sua frota de longo curso e apoiar a estratégia de crescimento da companhia nos próximos anos.
As novas aeronaves fazem parte do plano de modernização e expansão da frota, permitindo à transportadora aérea nacional aumentar a capacidade em rotas intercontinentais e melhorar a eficiência operacional. O modelo A330neo é reconhecido pelo menor consumo de combustível, redução das emissões de CO₂ e maior conforto para os passageiros.
Com a chegada destes dois aviões, a TAP continua a apostar numa frota mais moderna e sustentável, alinhada com os objetivos ambientais do setor da aviação e com a necessidade de reforçar a sua presença em mercados estratégicos, nomeadamente na América do Norte, América do Sul e África.
A incorporação dos novos A330neo surge também no contexto do fim das restrições ao crescimento da frota impostas pelo Plano de Reestruturação, permitindo à companhia voltar a ultrapassar a marca das 100 aeronaves em operação.
Atualmente, a TAP já opera uma frota de 19 Airbus A330neo, tendo sido a primeira a receber uma aeronave do modelo.
O próximo Airbus A330neo a ser recebido será o CS-TUT com o número de série 2158, com uma pintura “Retro”, a pintura utilizada pela companhia antes de 2007.
A companhia deverá receber a aeronave até ao final do ano.
No total, o plano de negócios da empresa contempla a entrega de mais 22 aeronaves da Airbus até 2028, incluindo 10 A320neo, 10 A321neo e estes 2 A330neo.
SELEÇÃO NACIONAL VOA COM A TAP AIR PORTUGAL RUMO AO MUNDIAL 2026
A Seleção Nacional voa com a TAP Air Portugal rumo ao Mundial de Futebol de 2026, que se realiza nos Estados Unidos, Canadá e México. A comitiva da equipa nacional, liderada pelo capitão Cristiano Ronaldo e pelo selecionador Roberto Martinez, partiu esta sexta-feira, 12 de junho, a bordo do A330 CS-TUM, batizado como Nuno Álvares Pereira e decorado com o lema “It’s Portugal Time”, rumo a West Palm Beach.
A TAP é a Companhia aérea oficial da Seleção Nacional, no âmbito de um protocolo assinado com a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e que se estende até 2030, ano em que Portugal vai coorganizar o próximo campeonato mundial com Espanha e Marrocos.
A parceria estratégica entre as duas marcas assenta numa visão comum de projeção internacional de Portugal, unindo o futebol, o turismo e a mobilidade aérea como motores de afirmação global do País. A TAP acompanhará a Seleção Nacional nas suas deslocações internacionais, assegurando condições de excelência que refletem os mais elevados padrões de qualidade, segurança e conforto.
Esta associação entre dois dos mais fortes símbolos da portugalidade reforça a estratégia de internacionalização da FPF e consolida o posicionamento da TAP como um parceiro ativo na promoção do desporto, do turismo e da imagem de um Portugal moderno e competitivo a nível global.
“É com muito orgulho que transportamos a Seleção Nacional para o Mundial 2026 e que temos esta parceria com a FPF, duas marcas vencedoras que levam Portugal pelo mundo, que unem os portugueses e que procuram enfrentar todos os desafios com um espírito vencedor. Na TAP, todos desejamos que a Seleção e os adeptos vivam um Mundial de sucesso e alegrias”, diz Luís Rodrigues, CEO da TAP Air Portugal.
A bordo do TP9035 segue toda a equipa e comitiva, num voo preparado ao pormenor entre a Federação Portuguesa de Futebol e a TAP Air Portugal, para que os nossos jogadores cheguem ao destino final preparados para enfrentar a competição. Desde as refeições, aos auscultadores business e almofadas customizadas, tudo foi pensado para oferecer o máximo conforto à nossa equipa.
A companhia refere que a Seleção Nacional estreia mesmo os novos kits de viagem da TAP, que vão estar disponíveis em todos os voos no verão. Os novos kits recorrem a mais materiais sustentáveis e têm mais e novos conteúdos de empresas portuguesas, como a Pé de Meia e 8950 Cosmética, reforçando a aposta das Companhia na Portugalidade e na hospitalidade. Os kits existem em duas coleções, The Blaze e Mini Vigor, com as cores nacionais.
Avião sobrevoa orla do Rio de Janeiro em homenagem à seleção brasileira
Não é Inteligência Artificial: voo rasante aconteceu no passado sábado, dia 30 de maio, com um Embraer E2. Como não é uma manobra comum num avião daquele porte, muitos questionaram a autenticidade das imagens.
Um avião da companhia Azul Linhas Aéreas sobrevoou, no sábado, a orla da zona sul do Rio de Janeiro, em homenagem à seleção brasileira, a alguns dias do arranque do Mundial2026.
Imagens divulgadas pela empresa mostram uma aeronave modelo Embraer E2 perto do mar e da faixa da areia em Copacabana. O avião estava pintado com as cores da bandeira do Brasil.
Um avião da companhia Azul Linhas Aéreas sobrevoou, no sábado, a orla da zona sul do Rio de Janeiro, em homenagem à seleção brasileira, a alguns dias do arranque do Mundial2026.
O aparelho sobrevoou a orla das praias do Leblon, Ipanema, Copacabana, Leme, Botafogo e Flamengo e surpreendeu os banhistas.
Também nas redes sociais, à medida que surgiram vários vídeos do momento, muitos questionaram a autenticidade das imagens, já que esta não é uma manobra comum num avião daquele porte.
O aparelho partiu do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro - Galeão. Para garantir a segurança do sobrevoo, o espaço aéreo da região foi encerrado durante a operação, que durou cerca de 20 minutos.
Turbulência provoca dois feridos ligeiros em voo da TAP
Esta quarta-feira, 27 de maio, dois passageiros ficaram feridos na sequência de um episódio de turbulência a bordo de um voo da TAP Air Portugal que ligava Bruxelas a Lisboa.
O incidente ocorreu durante a fase de aproximação ao Aeroporto Humberto Delgado, quando o Airbus A320 com a matrícula CS-TNS, que estava a operar o voo TP643, atravessou uma zona de instabilidade atmosférica inesperada. Segundo fonte da companhia aérea, os dois passageiros sofreram ferimentos ligeiros, tendo recebido assistência médica após a aterragem.
Um dos passageiros sofreu um golpe na cabeça, enquanto o outro apresentou um pequeno corte. Ambos foram posteriormente encaminhados para uma unidade hospitalar da região de Lisboa para avaliação complementar.
Apesar do susto vivido a bordo, o voo aterrou em segurança e sem necessidade de procedimentos de emergência adicionais. A TAP confirmou que a tripulação atuou de acordo com os protocolos previstos para este tipo de situações.
A turbulência continua a ser uma das ocorrências mais frequentes na aviação comercial, sendo geralmente imprevisível. As autoridades e companhias aéreas recomendam que os passageiros mantenham sempre o cinto de segurança colocado enquanto permanecem sentados, mesmo quando o sinal luminoso esteja desligado.
Problemas no controlo de fronteiras e agora greve. Hotelaria pede diálogo que evite paralisação nos aeroportos
A AHRESP alerta para o risco de agravamento da situação devido à greve geral, que se soma aos constrangimentos provocados pelas filas no controlo de fronteiras.
A associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) apela ao “diálogo” e à “negociação” para evitar a greve geral de 3 de junho na aviação e aeroportos, que diz trará danos acrescidos para um setor já sob pressão. Defende também a suspensão do novo sistema de controlo de fronteiras até setembro, hipótese já rejeitada pela Comissão Europeia.
“A AHRESP manifesta profunda preocupação com os constrangimentos que se têm acumulado nos aeroportos nacionais e alerta para o risco de agravamento da situação com a greve geral convocada para 3 de junho, que poderá cancelar voos e paralisar serviços aeroportuários, agudizando uma situação que já hoje penaliza o turismo português”, afirma a associação num comunicado divulgado esta terça-feira.
Ainda que o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil se tenha colocado de fora da greve geral, quer a principal estrutura que representa os tripulantes de cabine quer o pessoal de terra vão aderir à paralisação, o que por si só é suficiente para provocar fortes constrangimentos.
A associação que representa a hotelaria e a restauração apela “ao diálogo, à negociação e ao sentido de responsabilidade entre todas as partes envolvidas, de forma a evitar a greve nos serviços ligados à aviação e aos aeroportos, o que, a vir a realizar-se, se traduziria em danos acrescidos para setores que continuam a enfrentar fortes pressões económicas”.
As longas filas e elevados tempos de espera nos aeroportos por causa no novo sistema de controlo de fronteiras (ESS – Entry/Exit System), em particular no de Lisboa, levam ainda a associação a apelar “à suspensão do EES, com caráter de urgência e até ao final de setembro, o que permitiria agilizar o controlo de passageiros e reduzir os tempos de espera nos aeroportos, enquanto não estiverem plenamente asseguradas as condições técnicas, operacionais e humanas necessárias ao normal funcionamento deste sistema”.
No dia 29 será inaugurada no Aeroporto Humberto Delgado uma nova área para o controlo de fronteiras, com a instalação de mais boxes para os elementos da PSP e e-gates (portas eletrónicas).
“Em plena abertura da época alta da atividade turística, os aeroportos nacionais revelam sinais de colapso operacional: longas filas, atrasos no controlo de fronteiras (entrada e saída) e constrangimentos que se repetem dia após dia”, descreve a AHRESP, considerando que o país vive uma “contradição é insustentável”: “investe na promoção internacional, como destino de excelência, mas permite que a primeira experiência do visitante seja uma fila de horas, uma ligação perdida, uma reação negativa nas redes sociais ou uma reserva que não se repete“.
Privatização não tem "qualquer impacto na operação diária" da TAP, mas "risco de não estarmos num grupo é grande"
A privatização da TAP não está a ter impacto no dia a dia da companhia, mas há riscos para a transportadora de não estar inserida num grande grupo de aviação.
“A privatização não é um fim em si mesmo”, mas sem ela a TAP corre riscos. O SNPVAC (Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil) juntou no mesmo evento, que está a decorrer esta quarta-feira para debater a privatização da TAP, Carlos Oliveira, presidente não executivo da TAP, e Luís Rodrigues, o CEO.
Ambos sinalizaram a oportunidade da privatização, afirmando Carlos Oliveira, chairman da TAP, que a privatização não pode, não deve e não está a ter “qualquer impacto na operação diária”, assumindo que se está a tentar “assegurar que temos enfoque em melhorar a operação, desenvolver o que melhor sabemos fazer, que é transportar passageiros, com qualidade de serviço cada vez maior vivendo num ambiente de um aeroporto constrangido e operando todos os dias essas matérias”. Os dois temas são, assim, separados: privatização e operação. “Estamos muito focados, a comissão executiva no dia a dia, numa operação cada vez mais resiliente que resolve e entrega um bom serviço; e o papel do conselho tem uma preocupação grande, a criação de valor de longo prazo da companhia e que seja articulado entre diversos stakeholders”.
Para o chairman, a privatização da TAP não é um fim em si mesmo, mas é uma etapa de “transição” para uma nova fase da companhia. A privatização está a decorrer e o conselho de administração, assumiu, sente-se “bastante confortável” com a decisão de vender que é do acionista, Estado. A administração “tem acompanhado o processo e intervém quando é chamada”.
