Autor: superadmin
A Lufthansa diz que uma eventual integração da TAP irá reforçar a posição do grupo no mercado transatlântico
O presidente executivo (CEO) da Lufthansa afirmou nesta terça-feira, dia 4 de agosto, que uma eventual aquisição da TAP permitirá criar complementaridades com a ITA Airways no sul da Europa e fortalecer a posição do grupo no mercado transatlântico.
As declarações foram feitas por Carsten Spohr durante a apresentação de resultados do grupo ( LINK notícia relacionada ), em resposta a uma pergunta sobre a estratégia da Lufthansa caso seja bem-sucedida no processo de privatização da TAP.
Questionado sobre a forma como pretende compatibilizar a TAP com a ITA Airways, recentemente integrada no grupo alemão, o responsável respondeu que a Lufthansa acredita no potencial da transportadora portuguesa, destacando a posição no mercado transatlântico.
Nos últimos tempos, a Lufthansa tem defendido o crescimento da TAP no mercado brasileiro, a expansão do hub – plataforma giratória de distribuição de voos – de Lisboa e o reforço da operação no Porto.
Desta forma, Carsten Spohr indicou ainda que a integração da TAP e da ITA Airways permitiria reforçar a presença do grupo no Mediterrâneo e no sul da Europa, tirando partido das complementaridades entre as duas companhias.
Na quarta-feira, dia 29 de julho, a Air France-KLM e a Lufthansa entregaram, no último dia do prazo, propostas vinculativas no processo de privatização da TAP, que entram na terceira e última etapa obrigatória.
A Lufthansa atualmente que a entrega de uma proposta vinculativa no processo de privatização da TAP destina-se a “estabelecer uma parceria de longo prazo” entre as empresas, e vai “muito além de um investimento financeiro”.
“Queremos reforçar a companhia aérea nacional portuguesa como parte do Grupo Lufthansa e como a principal companhia aérea para o Atlântico Sul, tendo Lisboa como hub estratégico”, afirmou Carsten Spohr, citado num comunicado.
A parceria, segundo o CEO, permitiria “reforçar a posição de Lisboa como um ‘hub’ atlântico estrategicamente relevante na rede do Grupo Lufthansa”, ampliando a ligação entre a Europa e a América Latina, África e a América do Norte.
“Com a SWISS, Austrian Airlines, Brussels Airlines e ITA Airways, demonstramos como a integração europeia no Grupo Lufthansa garante perspetivas de crescimento e desenvolvimento para os nossos mercados e 'hubs' de origem”, acrescentou.
A Lufthansa Technik está também a construir uma unidade industrial no parque empresarial Lusopark, em Santa Maria da Feira, dedicada a peças e manutenção de componentes de aeronaves. O investimento está avaliado em centenas de milhões de euros e deverá criar mais de 700 empregos inovadores até 2027.
De recordar que o grupo Lufthansa exerceu, em junho, a opção de compra de uma participação maioritária na italiana ITA Airways, aumentando a participação de 41% para 90%, por 325 milhões de euros. – LUSA
Apollo avança com compra da EasyJet por 6,6 mil milhões de euros
A Castlelake decidiu não aumentar o valor da sua proposta, que oferecia 6,07 mil milhões de euros pela "low-cost" britânica. A Apollo ganha assim a corrida à compra da EasyJet.
A Apollo Global Management vai comprar a companhia aérea "low-cost" EasyJet por 5,7 mil milhões de libras (cerca de 6,6 mil milhões de euros, à taxa de câmbio atual). O conselho de administração da empresa britânica aceitou a oferta da empresa norte-americana de capital de investimento, que avalia cada ação da EasyJet em 7,15 libras - um valor que fica acima da cotação atual da companhia, que está a negociar nas 6,72 libras.
Esta quinta-feira, a Castlelake - a outra empresa na corrida à compra da EasyJet - decidiu não melhorar a proposta que também tinha apresentado para comprar a "low-cost" britânica. De acordo com um comunicado, a norte-americana disse estar "muito grata pelo diálogo construtivo com o Conselho de Administração e a equipa de gestão da EasyJet", depois de as duas empresas terem assinado um princípio de acordo em que a Castlelake oferecia 5,2 mil milhões de libras (6,07 mil milhões de euros) pela companhia aérea. Face ao valor mais elevado da Apollo, a empresa de investimento decidiu não aumentar a proposta.
SATA AIR AÇORES E IPMA CRIAM GRUPO DE TRABALHO PARA REDUZIR CANCELAMENTOS POR MOTIVOS METEOROLÓGICOS
O Grupo SATA e o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) anunciaram que criaram um grupo de trabalho para avaliar soluções que permitam reduzir o impacto das condições meteorológicas na operação aérea interilhas.
As empresas referem que a iniciativa surgiu na sequência dos recentes episódios de nevoeiro intenso e persistente que afetaram vários aeroportos dos Açores, condicionaram a operação aérea e evidenciaram os desafios próprios de uma região arquipelágica, marcada por condições meteorológicas muito variáveis.
O objetivo deste trabalho não é o de reduzir exigência operacional nem flexibilizar critérios de segurança. Pelo contrário, pretende-se garantir que os procedimentos e a informação crítica à decisão operacional estão mais adaptados à singularidade da operação aérea nos Açores, mantendo os parâmetros de segurança como prioridade.
Assim, a partir de Dezembro de 2026, o IPMA passará a emitir o TAF para o Aeródromo do Pico, o que até ao momento não ocorria. A disponibilização de um TAF para o Pico constitui uma medida de elevado valor operacional para a Região Autónoma dos Açores, ao permitir que este aeródromo possa ser considerado como aeroporto alternante, em situações de degradação das condições meteorológicas noutros aeroportos da rede regional.
De referir que o TAF, sigla de Terminal Aerodrome Forecast, é uma previsão meteorológica aeronáutica específica para um aeroporto, utilizada pelas companhias aéreas no planeamento e despacho dos voos. Inclui informação relevante para a aviação, como vento, visibilidade, nebulosidade e fenómenos meteorológicos significativos. Um TAF é uma previsão meteorológica que é efetuada de 6 em 6 horas (00H.06H.12H,18H)
O IPMA disponibiliza informação METAR/TAF para a aviação, incluindo mensagens TAF válidas para os locais de emissão, e existem registos públicos de TAF para aeroportos açorianos como Ponta Delgada, Lajes, Horta, Santa Maria e Flores.
Atualmente, o Aeródromo do Pico, LPPI, não dispõe de emissão regular de TAF.
A implementação deste novo serviço reforça a informação meteorológica disponibilizada à aviação, constituindo uma ferramenta essencial para o planeamento e despacho dos voos, permitindo decisões operacionais mais sustentadas e maior previsibilidade em contexto aeronáutico.
Esta possibilidade é particularmente importante na operação interilhas, realizada com aeronaves de autonomia mais limitada face a aviões de médio curso, como por exemplo, o Airbus A320, o que torna essencial a existência de alternativas regionais próximas e operacionalmente viáveis.
O Aeródromo do Pico apresenta ainda características que podem reforçar o seu papel na rede regional em determinados cenários meteorológicos, designadamente por dispor de sistema de aproximação por instrumentos ILS e por nem sempre ser afetado pelos mesmos fenómenos meteorológicos que condicionam outros aeroportos do
arquipélago.
Com esta medida, a SATA sublinha que pretende contribuir para uma maior previsibilidade da operação, melhorar a capacidade de planeamento dos voos e reduzir cancelamentos associados à indisponibilidade de informação meteorológica aeronáutica específica.
O Grupo SATA e o IPMA continuarão a desenvolver e avaliar soluções técnicas que permitam reforçar a robustez, a regularidade e a segurança da operação aérea na Região Autónoma dos Açores.
Sata quer rever acordo empresa dos tripulantes
De acordo com uma notícia da LUSA, a SATA quer rever acordo de empresa dos tripulantes para “aumentar flexibilidade”
Entre as propostas de revisão está, também, a “possibilidade de conversão” de um tripulante que viaja enquanto passageiro (DHC) em “tripulante operacional”.A proposta da SATA de revisão temporária do acordo de empresa dos tripulantes da Azores Airlines pretende “aumentar a flexibilidade operacional” para tornar a empresa “atrativa”, com alterações às folgas, férias, escalas e trabalho noturno, foi esta quinta-feira revelado.
No documento, a que a agência Lusa teve acesso, a administração da SATA propõe uma “suspensão parcial” de medidas no acordo de empresa a vigorar entre 2026 e 2029, com alterações em “matérias de organização operacional, gestão de tripulações, assistência, trabalho noturno e regime de folgas”, não estando em causa reduções salariais.
“As medidas agora propostas foram identificadas, em processos anteriores de análise da empresa, quer por este conselho [de administração], quer por potenciais compradores, como mecanismos capazes de aumentar a flexibilidade operacional e contribuir para um modelo de negócio mais atrativo e sustentável”, lê-se na proposta.
A administração da SATA pretende promover alterações à escala, como a possibilidade de “reprogramar serviços no dia seguinte devido a atrasos operacionais” e introduzir mudanças em “situações de cancelamento, mudanças de equipamento ou ACMI (aluguer de aeronave com tripulação)”.
Entre as propostas de revisão está, também, a “possibilidade de conversão” de um tripulante que viaja enquanto passageiro (DHC) em “tripulante operacional”.
Ao nível da assistência, a SATA pretende que um tripulante de cabine seja ativado a “partir de hotéis nas bases operacionais Lisboa ou Ponta Delgada”, sendo o regime de reserva limitado a um máximo de 10 dias por mês.
A administração sugere a possibilidade de “prestação de quatro períodos noturnos em sete dias consecutivos”, uma regra que não se aplica aos tripulantes que estejam de reserva na respetiva residência.
No regime de folgas, a proposta estipula que, no primeiro e quarto trimestres, existam dois meses com o “mínimo de 10 folgas” e um mês com o “mínimo de 11 folgas”, enquanto as folgas excedentes de voos de longo curso realizados entre junho e setembro passam a “ser gozadas entre outubro e maio”.
A proposta sugere que o pagamento do subsídio de férias no primeiro trimestre passe a depender do gozo de pelo menos 10 dias úteis consecutivos de férias e estabelece a “clarificação” do serviço de vendas a bordo na composição das equipas.
O Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) anunciou na quarta-feira que não pretende negociar com a SATA alterações ao acordo de empresa da Azores Airlines, defendendo estar em causa a estabilidade operacional da companhia.
Uma das pretensões da empresa “era, acima tudo, que houvesse a suspensão de algumas cláusulas do atual acordo da empresa nos próximos três anos. Aquilo que foi decidido pelos tripulantes de cabine é que não há condições para negociar seja o que for”, afirmou à agência Lusa o presidente do SNPVAC, Ricardo Penarroias
TAP Air Portugal recebeu novo Airbus A321
Os novos recursos da cabine Airspace incluem: painéis laterais mais finos para espaço pessoal extra na altura dos ombros; melhores vistas através das janelas com as suas molduras redesenhadas e persianas completamente integradas; compartimentos superiores maiores com 60% de mais espaço; as mais recentes tecnologias de iluminação full LED; “área de entrada” iluminada por LED; e novos lavabos com características higiénicas sem toque e superfícies antimicrobianas.
A chegada desta aeronave faz parte do plano de renovação de frota da companhia, com a saída de aeronaves mais antigas “ceo” e a chegada de novas “neo”.
Mario Chaves deixa TAP para assumir novo desafio numa companhia do Azerbaijão
Mário Chaves, diretor responsável pela área operacional da TAP Air Portugal, vai deixar a transportadora nacional durante o mês de agosto para abraçar um novo desafio profissional numa companhia aérea do Azerbaijão, colocando um ponto final numa das mais importantes etapas da recente transformação operacional da empresa. A informação foi avançada pela imprensa económica portuguesa.
Figura de grande relevo na equipa de gestão liderada por Luís Rodrigues, Mário Chaves foi um dos principais responsáveis pela recuperação da fiabilidade operacional da TAP, num período marcado pela implementação do plano de reestruturação e pelo crescimento sustentado da operação. Sob a sua liderança, a companhia registou melhorias significativas em indicadores como a pontualidade, a regularidade dos voos e a eficiência operacional.
Piloto de carreira e profundo conhecedor da operação da companhia, Mário Chaves assumiu a liderança da área operacional em 2023, integrando a nova equipa executiva da TAP. Desde então, foi um dos rostos mais visíveis da gestão operacional, acompanhando o aumento da oferta, a abertura de novas rotas e a resposta a diversos desafios que marcaram o setor da aviação. Ainda este ano representou a companhia na retoma das ligações para Caracas, destacando a importância estratégica daquela rota para a rede da TAP.
A saída de um dos executivos mais influentes da companhia acontece numa fase particularmente relevante para a TAP, que continua a apresentar melhorias operacionais e prepara novos desenvolvimentos relacionados com o processo de privatização.
Até ao momento, nem a TAP nem Mário Chaves divulgaram oficialmente qual será a companhia aérea do Azerbaijão que irá receber o gestor português. Também não foi ainda anunciado quem assumirá de forma permanente a liderança da área operacional da transportadora.
Com esta mudança, a TAP perde um dos responsáveis pela consolidação da sua recuperação operacional, enquanto o setor da aviação internacional ganha um executivo reconhecido pela capacidade de gerir operações complexas e de implementar melhorias num dos períodos mais exigentes da história recente da aviação europeia.
EasyJet recebe proposta do fundo ‘Apollo’
Castlelake passa para segunda opção
A companhia aérea britânica Easyjet recebeu, nas últimas horas, uma nova oferta para a sua compra.
Esta nova oferta, 7,15 libras por ação, “oferece um resultado melhor para os acionistas da easyJet, proporcionando-lhes um valor em dinheiro superior à proposta da Castlelake, de 6,90 libras”.
Assim, a companhia aérea easyJet anunciou esta sexta-feira um “acordo de princípio” para aquisição pelo fundo americano Apollo, que avalia a empresa em 5.700 milhões de libras (6.700 milhões de euros), condições mais vantajosas do que as oferecidas pela Castlelake.
Esta nova oferta, 7,15 libras (8,38 euros) por ação, “oferece um resultado melhor para os acionistas da easyJet, proporcionando-lhes um valor em dinheiro superior à proposta da Castlelake, de 6,90 libras (8,08 euros) por ação”, sublinhou a companhia aérea britânica, acrescentando que já não está disposta a considerar a oferta anterior.
No início da semana, o fundo norte-americano Castlelake tinha chegado a um acordo preliminar para comprar a companhia aérea low-cost britânica, avaliada em cerca de 5.200 milhões de libras (cerca de 6.084 milhões de euros).
Esta era já a quinta oferta de aquisição apresentada pela Castlelake, depois de as anteriores terem sido rejeitadas pela easyJet, sendo que a empresa de investimento detém uma participação de 2,14% na companhia aérea através dos fundos que gere.
Mas próximas semanas, o processo terá de ficar fechado por uma das 2 propostas Americanas.
TAP retoma voos para a Venezuela
Companhia aérea doa transporte de mais de oito toneladas de material médico
A TAP Air Portugal vai retomar, no próximo dia 13 de julho, a sua ligação aérea à Venezuela, após a interrupção da operação motivada pelos recentes sismos que afetaram o país.
Nesta fase, os voos serão realizados para o Aeroporto Internacional Arturo Michelena, em Valencia, permitindo restabelecer gradualmente a ligação aérea entre Portugal e a Venezuela, enquanto decorrem os trabalhos necessários para o regresso à operação regular habitual.
No primeiro voo de retoma da operação, a TAP transportará também cerca de 8,7 toneladas de material médico destinado a apoio humanitário às populações afetadas. Este transporte é realizado em articulação com o Governo português e o Ministério da Saúde, sendo a coordenação da ajuda humanitária portuguesa assegurada pelo Instituto Camões.
A TAP associou-se a este esforço coletivo disponibilizando capacidade de transporte para o envio deste material essencial, contribuindo para a resposta de emergência em curso.
Por razões operacionais, os voos para Valencia efetuam uma escala técnica em Pointe-à-Pitre, em Guadalupe, onde permanecerão as tripulações. Não está prevista a permanência de aeronaves ou tripulações na Venezuela.
A Companhia continua a acompanhar a evolução da situação e está empenhada em retomar, com a maior brevidade possível e em condições de total segurança, a sua operação regular para a Venezuela.
Jul 9, 2026
Grupo Air France-KLM reforça interesse na TAP e admite analisar ativos da EasyJet
A Air France-KLM reforçou o interesse do grupo na privatização da TAP, defendendo que um dos três grandes grupos aéreos europeus ficará sem parceiro na Península Ibérica, e admitiu também a possibilidade de adquirir ativos da EasyJet.
“Existem três grupos europeus e dois hubs na Península Ibérica. Um deles vai ficar sem parceiro”, afirmou nesta sexta-feira, dia 12 de junho, o presidente executivo (CEO) do grupo franco-neerlandês, Benjamin Smith, durante o ‘Paris Air Forum’, organizado pelos Aeroportos de Paris (ADP) e pelo jornal económico francês ‘La Tribune’.
A Air France-KLM integra, juntamente com a alemã Lufthansa, o grupo de candidatos selecionados pelo Governo português para a privatização da TAP.
Segundo o responsável, a TAP dispõe, em Lisboa, de uma das duas principais plataformas de ligação aérea entre a Europa e a América Latina a partir da Península Ibérica, a par da plataforma de Madrid, controlada pela Iberia, companhia pertencente ao grupo IAG, que integra também a British Airways, a Vueling e outras transportadoras.
À margem da disputa pela TAP, o CEO revelou que a Air France-KLM poderá estar interessada em adquirir alguns ativos da companhia aérea britânica EasyJet, caso avance uma eventual compra da transportadora pelo fundo norte-americano Castlelake.
O responsável esclareceu, contudo, que o grupo não está envolvido em qualquer oferta pela EasyJet e sublinhou que a Castlelake ainda não formalizou qualquer proposta.
No final de maio, o fundo norte-americano anunciou que estava a avaliar “uma eventual oferta” pela companhia britânica, ressalvando que não existia qualquer garantia de que a operação viesse a concretizar-se, nem sobre o valor de uma eventual proposta.
Smith destacou também a relação da Air France-KLM com a Castlelake, classificando-a como “um excelente parceiro”, numa altura em que os dois grupos estão a concluir a operação que permitirá à transportadora franco-neerlandesa assumir o controlo da companhia aérea escandinava SAS.
Anunciada no Verão passado, a operação prevê o aumento da participação da Air France-KLM na SAS dos atuais 19,9% para 60,5%, através da aquisição da posição detida pelo fundo norte-americano, estando a conclusão prevista para o final do ano.
Questionado sobre informações avançadas pela imprensa relativas a uma eventual mudança de nome do grupo, Smith recusou confirmar a possibilidade de a Air France-KLM passar a designar-se “The Blue Group”.
“Isso não é verdade”, afirmou.
SNPVAC: chumbo da lei laboral é "vitória dos trabalhadores" e derrota para a ministra
O chumbo, no Parlamento, do pacote laboral proposto pelo Governo representa "uma vitória dos trabalhadores" e uma derrota para o Governo, "especialmente para a ministra do Trabalho".
O novo pacote laboral proposto pelo Governo "caiu com estrondo na Assembleia da República", o que representa "uma derrota para o Governo - e especialmente para a Ministra do Trabalho -, mas é sobretudo uma vitória dos trabalhadores que, unidos, mostraram um enorme cartão vermelho", afirmou este sábado, em comunicado, o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC).
Numa mensagem enviada aos seus associados esta sexta-feira, depois do chumbo da proposta no Parlamento, a direção do sindicato sublinha que esteve "na linha da frente na defesa dos seus associados e dos trabalhadores portugueses", recordando que aderiu às greves gerais de 11 de dezembro e de 3 de junho.
Por agora, o Código do Trabalho mantém-se. Mas o nosso estado de espírito é diferente. Mostrámos ao atual Governo que, se quiserem alterar leis que nos afetam no nosso dia-a-dia, temos de ser ouvidos e respeitados", refere, salientando que "vale a pena lutar até ao fim".
A proposta do Governo para rever a legislação laboral foi chumbada na sexta-feira, na generalidade, com os votos contra do Chega e da esquerda parlamentar, após o partido de André Ventura não ter alcançado um acordo com o PSD. Reuniu apenas os votos da coligação que suporta o Executivo no Parlamento e da Iniciativa Liberal. PAN, JPP, PS e demais partidos à esquerda votaram contra.
