Categoria: Notícias PWA
TAP vai ligar Lisboa a São Luís do Maranhão a partir de outubro
A TAP Air Portugal prepara-se para iniciar, a partir de 26 outubro, uma nova ligação aérea entre Lisboa e São Luís do Maranhão, no Brasil. A nova rota marca a estreia de voos internacionais regulares de passageiros a partir da capital maranhense e reforça a presença da companhia aérea portuguesa no mercado brasileiro.
De acordo com a programação operacional, os voos serão operados duas vezes por semana com aeronaves Airbus A321LR.


A operação deverá ser efetuada em formato triangular, ligando Lisboa a São Luís, com continuação para Fortaleza, antes do regresso à capital portuguesa.
Com esta nova ligação, São Luís torna-se o 15.º destino brasileiro servido pela TAP, tornando-se mais uma porta de entrada do Brasil para a Europa. A companhia aérea portuguesa passa, assim, a servir um maior número de destinos brasileiros, consolidando o Brasil como o seu principal mercado intercontinental.
A abertura da rota é vista como um impulso relevante para o turismo e para a economia do Maranhão, ao facilitar o acesso direto à Europa e potenciar o intercâmbio cultural e empresarial entre as duas regiões. As passagens deverão ser colocadas à venda após a conclusão dos trâmites operacionais e comerciais.
Lançamento do Livro “Imagens de Portugal – O Serviço de Bordo da TAP (das origens a 2017) no Museu do Ar, em Sintra
O Museu do Ar, na Granja do Marquês, em Sintra, foi o palco da apresentação do livro Imagens de Portugal – O Serviço de Bordo da TAP (das origens a 2017), da autoria de Virgílio da Luz Belo e que decorreu neste sábado, dia 8 de novembro de 2025.
A obra, editada pelas Edições Colibri, foi apresentada por Isabel Drumond Braga, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e por Luísa Galharoz, Supervisora de Cabine da TAP Air Portugal. Este lançamento promete uma viagem pela história do serviço de bordo da transportadora aérea nacional, revelando a evolução da hospitalidade e da imagem de Portugal nos céus.
O livro pode ser adquirido através do site da editora: https://edi-colibri.pt/produto/imagens-de-portugal-o-servico-de-bordo-da-tap-das-origens-a-2017/
IAG acredita que proposta para a TAP é superior à da Lufthansa e Air France-KLM
O grupo IAG, formado a partir da união da British Airways e da Iberia em 2011, acredita que a proposta que irá apresentar para aquisição de 44,9% da TAP é a que melhor serve o mercado e responde às exigências regulatórias da Comissão Europeia.
Numa entrevista ao jornal espanhol El Pais, publicada neste domingo, o presidente executivo da IAG, Luis Gallego, está convencido dos benefícios da entrada do grupo na companhia aérea portuguesa. “A IAG é a opção com menor ‘overlap’ [dos ‘hubs’] em comparação com a Air France-KLM e a Lufthansa”, defende o CEO. “Connosco, a operação seria mais simples, com uma melhor integração da TAP no que diz respeito à concorrência”, acrescenta Gallego.
Para o responsável, a entrada na TAP é uma circunstância “muito diferente da tentativa de aquisição da Air Europa, que era uma concentração no mesmo ‘hub’ [no aeroporto de Madrid-Barajas] e com uma elevada sobreposição do ponto de vista da concorrência da União Europeia”, circunstância que levou à retirada da proposta no ano passado. “Os hubs portugueses são externos ao de Madrid e, tal como analisado na Europa, a IAG é a opção com menor sobreposição em comparação com a Air France-KLM e a Lufthansa”, sublinha. O responsável lembra, de resto, que a primeira controla a escandinava SAS e a segunda adquiriu a italiana ITA.
Questionado sobre as oportunidades que a TAP acrescenta à Ibéria dada a proximidade de mercados, o presidente executivo da IAG defende que a companhia portuguesa “é interessante pelo seu acesso ao mercado brasileiro, com uma quota de 25% no tráfego entre a Europa e o Brasil. A IAG não tem muita presença lá e, embora pudéssemos articular um plano orgânico para o Brasil, a TAP permitir-nos-ia acelerar.” O responsável indica que a “intenção seria desenvolver a presença em cada destino onde opera e procurar novos mercados para a TAP.”
Quanto aos aeroportos, Gallego acredita que “Lisboa oferece uma posição interessante no Atlântico Norte e em direção a África e à Europa, além de atender um tráfego de curto e médio curso que alimenta o ‘hub’”, referindo também as “oportunidades” que o Porto oferece.
No final de setembro, o Governo apresentou o caderno de encargos para a alienação de 44,9% do capital da companhia aérea nacional, reservando 5% para os trabalhadores. No documento, o Executivo indica valorizar a "apresentação de um projeto estratégico adequado e coerente, com garantias de execução e alocação de recursos, que assegure a preservação e promoção do crescimento da TAP", não esquecendo o fator "preço". Aumento da frota (atualmente limitado devido ao plano de reestruturação da companhia), investimento na manutenção, produção de combustíveis sustentáveis, ligação às regiões autónomas e países de língua oficial portuguesa, bem como a expansão para novos mercados são outro ponto a favor.
Constitucional rejeita recurso da TAP e confirma indemnizações a tripulantes
A companhia aérea poderá ter de pagar até 300 milhões de euros em indemnizações a cerca de 2000 tripulantes da TAP que tiveram contratos a prazo, desde 2006. Empresa ainda tem 10 dias para apresentar reclamar da decisão do Tribunal Constitucional.
O Tribunal Constitucional rejeitou o recurso da TAP no processo sobre reembolsos a tripulantes, uma decisão que abre caminho para que a empresa tenha de pagar milhões de euros em indemnizações. “No âmbito do processo de uniformização de jurisprudência, que tinha sido objeto de recurso por parte da TAP para o Tribunal Constitucional, tivemos conhecimento de que o recurso foi indeferido pelo Tribunal”, informou o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) num comunicado enviado aos associados.
A decisão confirma a nulidade de uma norma do anterior acordo coletivo de trabalho, que discriminava os trabalhadores com contratos a termo, e que, segundo o sindicato, poderá levar ao pagamento de entre 200 a 300 milhões de euros em indemnizações.
A TAP ainda pode apresentar uma reclamação no prazo de dez dias, mas o SNPVAC espera que a empresa aceite a decisão e regularize os pagamentos devidos aos tripulantes.
“Dadas as sucessivas decisões contra as pretensões da TAP, esperamos que a Empresa e o Governo encarem, de uma vez por todas, a realidade dos factos e assumam que terão de reembolsar centenas de tripulantes, em vez de tentarem encontrar mais uma manobra dilatória”, refere o sindicato liderado por Ricardo Penarroias.
Tal como o DN noticiou a 17 de dezembro do ano passado, o Supremo Tribunal de Justiça proferiu uma decisão final a respeito do braço-de-ferro que há vários anos se arrastava entre a companhia aérea e dezenas de tripulantes que a TAP dispensou em 2020/2021, não renovando os seus contratos de trabalho a termo. O Tribunal concluiu, numa decisão unificadora, a que o DN teve acesso, que os contratos a prazo na TAP estavam mal fundamentados e que os trabalhadores em causa deveriam estar integrados no quadro de pessoal como efetivos, desde o primeiro dia, pelo que lhes é devido o pagamento de retroativos.
TAP vai aumentar temporariamente a sua capacidade para Manaus e Belém
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TAP vai aumentar temporariamente a sua capacidade para Manaus e Belém
A TAP Air Portugal vai aumentar temporariamente a sua capacidade à partida de Lisboa para Belém e Manaus.
A companhia vai operar em equipamento Airbus A330-200 entre os dias 5 e 24 de novembro, em vez dos Airbus A321LR.
Apesar da alteração de equipamento os voos continuarão a ser operados três vezes por semema, mas com alteração da rota: os voos serão diretos para Manaus, depois seguem para Belém e posteriormente regressam a Lisboa.
A alteração proporcionará um aumento de capacidade através do número de lugares oferecidos. O A330-200 pode transportar até 269 passageiros (C25 Y244), enquanto os A321neo podem transportar até 171 passageiros (C16 Y155).
Atualmente, a TAP Air Portugal opera com três Airbus A330-200: CS-TON, CS-TOO e CS-TOP.
O International Airlines Group (IAG), dono da British Airways e da Iberia, reafirma o interesse na TAP e acompanha de perto o processo, aguardando a publicação em breve do caderno de encargos que inicia formalmente a privatização.
Em declarações enviadas à agência portuguesa de notícias ‘Lusa’ sobre a aprovação do caderno de encargos aprovado em Conselho de Ministros na passada quinta-feira, dia 4 de setembro, o grupo destacou que “saúda o concurso de privatização da TAP” e que irá “analisar e considerar cuidadosamente o documento assim que for publicado”.
A publicação do caderno de encargos definirá as condições técnicas, jurídicas e administrativas da venda, bem como os critérios de qualificação para a aquisição de até 49,9% do capital da companhia aérea.
O documento será o ponto de partida para as quatro etapas do processo: pré-qualificação (até 60 dias), apresentação de propostas não vinculativas (até 90 dias), propostas vinculativas (até 90 dias) e eventual negociação. O Governo prevê concluir todas as fases em cerca de um ano, embora sujeita a autorizações regulatórias.
A venda será feita de forma direta, com 5% do capital reservado aos trabalhadores, caso essa percentagem não seja subscrita, o futuro comprador terá direito de preferência.
Além da IAG, o interesse na reprivatização da TAP também foi manifestado pelos grupos Lufthansa e Air France-KLM, que aguardam igualmente a publicação do caderno de encargos para avaliar os próximos passos.
A operação inclui, além da TAP, empresas como a Portugália, a Unidade de Cuidados de Saúde TAP, a Cateringpor (51% detida pela TAP) e a SPdH, antiga Groundforce.
A TAP foi parcialmente privatizada em 2015, mas o processo foi revertido em 2016 pelo Governo de António Costa. Em 2020, no contexto da pandemia de covid-19, o Estado assumiu o controlo total da companhia, reforçando o seu papel estratégico no setor aéreo nacional
Air France-KLM reitera interesse na privatização e aguarda caderno de encargos
O Grupo Air France-KLM continua a acompanhar de perto o processo de privatização da TAP, estando a aguardar a publicação do caderno de encargos.
Questionada pela Lusa sobre o ponto de situação do processo e se o calendário da reprivatização é exequível, o grupo respondeu que "continua a acompanhar de perto o processo", e "toma nota da aprovação do caderno de encargos para esta operação", na passada sexta-feira.
"Nesta fase, o Grupo reitera, uma vez mais, o seu interesse no processo de privatização", afirmou a empresa.
A publicação do caderno de encargos em Diário da República, que ocorrerá em breve, definirá as condições técnicas, jurídicas e administrativas da venda, bem como os critérios de qualificação para a aquisição de até 49,9% do capital da companhia.
O processo será conduzido em quatro etapas: pré-qualificação (até 60 dias), propostas não vinculativas (até 90 dias), propostas vinculativas (até 90 dias) e eventual negociação. O Governo prevê concluir todas as fases em cerca de um ano, embora o calendário dependa de autorizações regulatórias.
O interesse na reprivatização tem sido igualmente manifestado pela Lufthansa e pela IAG --- dona da British Airways e da Iberia --- que aguardam também a publicação do caderno de encargos para avaliar os próximos passos.
A operação inclui, além da TAP, empresas como a Portugália, a Unidade de Cuidados de Saúde TAP, a Cateringpor (51% detida pela TAP) e a SPdH, antiga Groundforce.
A TAP já foi parcialmente privatizada em 2015, mas o processo foi revertido em 2016 pelo Governo de António Costa, que retomou metade do capital. Em 2020, no contexto da pandemia de covid-19, o Estado assumiu o controlo total da companhia.
